Projeto idealizado por Lúcia Abadia amplia atuação e fará anúncio oficial nesta segunda-feira, 3 de agosto, durante transmissão ao vivo
Por Redação. dia de 2026, às 8h00 de julho
O Congresso Brasileiro Mulheres da Energia está prestes a iniciar uma nova etapa de sua trajetória. Após quatro edições dedicadas ao protagonismo feminino no setor energético, o projeto prepara uma transformação que deverá ampliar sua atuação, sua estrutura e sua conexão com diferentes áreas estratégicas da economia brasileira.
Em entrevista concedida ao Gazeta da Economia e durante participações recentes em podcasts, a empresária Lúcia Abadia, idealizadora do congresso, antecipou que o projeto alcançou uma dimensão superior à prevista inicialmente e que uma decisão importante sobre seu futuro será anunciada oficialmente.
A apresentação completa das mudanças acontecerá nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, durante uma transmissão ao vivo conduzida pela própria idealizadora. O horário e os canais da live deverão ser divulgados pelas redes oficiais do Congresso Brasileiro Mulheres da Energia.
Até o momento, Lúcia não apresentou publicamente todos os detalhes da decisão. No entanto, ela afirmou que o projeto está passando por uma reformulação profunda e que o público deve esperar uma estrutura maior, conectada com negócios, inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico.
“Depois de quatro anos construindo um dos principais encontros do setor de energia do Brasil, chegou a hora de dar o próximo passo. Na próxima semana, vou compartilhar uma decisão muito importante sobre o futuro desse projeto”, declarou Lúcia Abadia.
Idealizado por Lúcia Abadia, o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia foi criado em 2022 com o objetivo de ampliar a presença, a visibilidade e a participação das mulheres nas discussões relacionadas ao futuro do setor energético brasileiro.
A primeira edição contou com 56 palestrantes e aproximadamente 720 congressistas. Em 2023, o projeto chegou a Brasília e reuniu centenas de profissionais, empresárias, executivas, especialistas e representantes de empresas ligadas ao segmento energético.
Na terceira edição, realizada em agosto de 2024, no Hotel Renaissance, em São Paulo, o encontro reuniu mais de 700 participantes. A programação abordou transição energética, sustentabilidade, inovação, mercado livre de energia, empreendedorismo e liderança feminina.
O congresso voltou a ser realizado em São Paulo em 2025, chegando à quarta edição com debates sobre transição energética, infraestrutura verde, inteligência artificial, mobilidade elétrica, armazenamento de energia, sustentabilidade e participação feminina nos espaços de decisão.
Na ocasião, o projeto também apresentou a Carta das Mulheres da Energia, documento com propostas relacionadas à transição energética e à participação das mulheres na construção de políticas, investimentos e soluções para o setor.
O crescimento registrado ao longo das últimas edições fez com que o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia ultrapassasse os limites de um evento anual.
Segundo informações institucionais do próprio projeto, mais de 3.500 mulheres já participaram de suas atividades. O público reúne executivas, empresárias, engenheiras, especialistas, profissionais do mercado, representantes do poder público e lideranças de grandes companhias.
A organização também informa que aproximadamente 42% das participantes ocupam posições de nível C-Level, dado que demonstra o potencial do congresso para a formação de parcerias, geração de negócios e aproximação entre marcas e tomadoras de decisão.
Esse perfil despertou o interesse de novas empresas, apoiadores, parceiros estratégicos e investidores. De acordo com Lúcia Abadia, as conversas realizadas nos últimos meses indicaram que o projeto poderia assumir uma função maior dentro dos setores ligados à energia e ao desenvolvimento econômico.
A proposta começou a atrair profissionais que não atuam exclusivamente no mercado energético, mas que participam de áreas diretamente relacionadas à transformação das cidades, à infraestrutura, à construção de novos empreendimentos e à inovação tecnológica.
De congresso a ecossistema de negócios
A transformação que será apresentada por Lúcia Abadia parte do entendimento de que energia, infraestrutura, tecnologia, mercado imobiliário e planejamento urbano já não podem ser debatidos de maneira isolada.
Novos empreendimentos imobiliários dependem de eficiência energética, conectividade, mobilidade, segurança, sustentabilidade e soluções tecnológicas. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento das cidades inteligentes exige investimentos em infraestrutura, geração de energia, armazenamento, inteligência artificial e integração entre empresas e poder público.
Diante desse cenário, o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia começa a assumir o posicionamento de um grande ecossistema de relacionamento, conhecimento e negócios.
A nova estrutura deverá aproximar diferentes setores, entre eles energia, inteligência artificial, infraestrutura, mercado imobiliário, cidades inteligentes, sustentabilidade, tecnologia e desenvolvimento econômico.
Mesmo com a ampliação, a presença feminina continuará ocupando o centro do projeto. A intenção é conectar mulheres que já lideram empresas, projetos, instituições e investimentos com organizações interessadas em inovação, crescimento e impacto econômico.
O próprio posicionamento institucional do congresso já apresenta o projeto como um ecossistema que conecta decisões, capital e projetos estratégicos ligados ao futuro da energia no Brasil.
Anúncio deverá apresentar os próximos passos
A transmissão de segunda-feira deverá esclarecer como funcionará essa nova fase, quais áreas serão incorporadas ao projeto e como empresas, investidores, parceiros, palestrantes e participantes poderão fazer parte da iniciativa.
Também existe expectativa de que sejam apresentadas mudanças relacionadas ao formato, à programação e à estrutura das próximas atividades do congresso.
A estratégia de expansão representa uma tentativa de transformar a credibilidade construída durante quatro edições em uma plataforma permanente de relacionamento empresarial e institucional.
Em vez de concentrar as conexões em um único encontro, o novo ecossistema poderá permitir a realização de ações, conteúdos, eventos, reuniões e projetos ao longo do ano.
Para Lúcia Abadia, a transformação é consequência direta do crescimento alcançado pelo projeto e das oportunidades que começaram a surgir a partir da aproximação com novos mercados.
A empresária afirmou que o momento exige uma decisão planejada e alinhada com a dimensão adquirida pelo congresso.
Uma nova dimensão para o projeto
O anúncio de segunda-feira ocorre em um momento no qual energia, inteligência artificial, infraestrutura e desenvolvimento urbano ocupam espaço crescente nas decisões de empresas e investidores.
A transição para fontes energéticas sustentáveis, a expansão da geração distribuída, a eletrificação dos transportes, a digitalização dos serviços e o desenvolvimento de cidades inteligentes criam oportunidades para diferentes cadeias produtivas.
Ao aproximar esses setores, o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia pretende ampliar sua relevância e criar um ambiente capaz de gerar conhecimento, relacionamento, investimentos e oportunidades comerciais.
A expectativa agora está concentrada na live de segunda-feira, quando Lúcia Abadia apresentará oficialmente os próximos passos e explicará o que muda no projeto.
O anúncio deverá marcar o início de um novo capítulo para uma iniciativa que nasceu voltada à representatividade feminina no setor energético e que agora busca ocupar uma posição ainda maior no ambiente empresarial brasileiro.
