Mulheres da Energia 2026 volta com força total e promete encontro de alto nível no setor elétrico

Evento comandado por Lúcia Abadia chega à quinta edição em novembro, no Teatro Santander, com proposta de aproximar lideranças femininas, empresas, investidores, reguladores e oportunidades reais de negócios

por Redação
22/05/2026, 17h25

O Congresso Brasileiro Mulheres da Energia prepara uma nova edição em 2026 com a proposta de reunir alguns dos principais nomes, empresas e instituições do setor elétrico nacional. Marcado para 3 de novembro, no Teatro Santander, em São Paulo, o encontro chega à quinta edição com o tema Mulheres da Energia 5.0 — Energia, Infraestrutura, Inteligência e Capital, em uma agenda desenhada para conectar liderança feminina, networking estratégico, financiamento, tecnologia, regulação e grandes projetos.

A nova edição não se apresenta apenas como um evento de liderança feminina. O congresso está sendo posicionado como um encontro de poder do setor elétrico, voltado a antecipar discussões que devem ganhar força no próximo ciclo da energia no Brasil. A proposta é reunir, em um mesmo ambiente, executivas, conselheiras, diretoras, bancos estruturadores, fundos de investimento, utilities, big techs, reguladores, formuladores de políticas públicas, gestores de ativos e empresas que atuam na cadeia de energia e infraestrutura.

À frente do evento está Lúcia Abadia, presidente do Grupo Abadia e CEO da Yes Produções, responsável pela realização do congresso. Nas últimas edições, Lúcia transformou o Mulheres da Energia em uma plataforma de visibilidade, relacionamento e articulação para mulheres que ocupam espaços estratégicos em um setor historicamente técnico, regulado e competitivo. A edição de 2026 amplia esse posicionamento ao colocar as mulheres no centro de temas que envolvem capital, infraestrutura, inteligência e decisões empresariais.

O histórico do evento ajuda a explicar a expectativa em torno da nova edição. O congresso já reuniu mais de 3.500 mulheres de todo o Brasil e, para 2026, prevê cerca de 1.000 participantes, mais de 50 palestrantes exclusivamente mulheres e um público com 42% de representantes em posições C-Level. Esses números indicam que o encontro deixou de ser apenas uma agenda institucional e passou a ocupar espaço relevante entre eventos corporativos de alto nível ligados ao setor energético.

Entre as lideranças femininas de grande impacto que já passaram pelo evento estão nomes ligados às principais empresas, associações e instituições do setor, como Solange Ribeiro, Tânia Cosentino, Clarice Romariz, Elbia Gannoum, Alessandra Torres, Zilda Costa, Lúcia Abadia, Luciana Nabarrete, Marisete Dadald, Renata Isfer, Daniele Tassi, Roberta Godoi e Elisa Bastos. A lista mostra a força do congresso em atrair executivas com presença real em áreas como geração, distribuição, regulação, sustentabilidade, financiamento, tecnologia, gás, eólica, hidrelétrica, biogás e transição energética.

O evento também já contou, em edições anteriores, com presença ou participação de nomes de peso político e institucional, como Michel Temer, Helder Barbalho, Tarcísio de Freitas, Maria Helena Guarezi, Natália Resende, Karina Souza, Marisa Barros e Gustavo Reis. Essa combinação entre lideranças femininas, representantes de empresas, autoridades públicas e agentes institucionais ajuda a dar ao congresso um perfil diferente: o de um ambiente onde reputação, articulação e oportunidade caminham juntas.

A proposta comercial e institucional da edição de 2026 é clara. O evento quer ser um ponto de encontro para quem deseja se posicionar no setor elétrico, ampliar relacionamento, acessar decisores e entender quais temas devem movimentar o mercado. Em um setor em que uma conversa certa pode abrir portas para contratos, parcerias, projetos, convites, patrocínios ou novos canais comerciais, o congresso se apresenta como uma oportunidade rara de acesso concentrado a pessoas estratégicas.

Para empresas do setor, esse ponto é decisivo. Uma equipe comercial habilidosa, preparada para circular no ambiente certo, ouvir demandas, apresentar soluções e se conectar com lideranças, pode sair de um evento como esse com oportunidades capazes de mudar o patamar da empresa. Em energia, muitos negócios não nascem em uma venda direta imediata, mas em relacionamento, confiança, presença recorrente e posicionamento diante de quem decide ou influencia decisões.

É justamente nesse aspecto que o Mulheres da Energia 5.0 ganha força. A apresentação oficial do evento cita a presença de bancos estruturadores, fundos internacionais, investidores institucionais, utilities, big techs, reguladores, prefeitos e especialistas em estruturação de PPPs. Não se trata apenas de uma plateia interessada em conteúdo. A promessa é reunir um ecossistema de negócios, com pessoas e instituições capazes de discutir projetos, financiamento, regulação, tecnologia e implantação.

A programação também foi pensada para acompanhar essa lógica. A jornada começa com visão estratégica, passa por infraestrutura e tecnologia, avança para capital e crescimento e termina em negócios estruturantes. Entre os temas previstos estão expansão do mercado livre, pressão por descarbonização, BESS, smart grids, inteligência artificial aplicada à rede, eletromobilidade, data centers, PPPs de iluminação pública, fundos de infraestrutura, debêntures incentivadas, project finance, capital internacional e segurança regulatória.

O Painel ABME deve apresentar a Agenda ABME 2027, com discussão sobre diretrizes regulatórias, segurança energética, armazenamento, integração entre capital e política pública, infraestrutura inteligente como política de Estado e governança feminina estratégica. Esse recorte dá densidade técnica ao congresso e aproxima a pauta feminina dos temas que realmente movem investimento, planejamento e tomada de decisão no setor.

Além dos painéis, a edição terá o Grande Prêmio Mulheres da Energia, evento exclusivo para até 300 convidados, com ambiente de alto prestígio, presença de autoridades, investidores e lideranças do setor. Esse momento deve funcionar como uma camada adicional de relacionamento e reconhecimento, com potencial para aproximar empresas, executivas e agentes institucionais em um ambiente mais reservado.

A escolha do Teatro Santander também acompanha o posicionamento da edição. O espaço, em São Paulo, tem estrutura compatível com grandes encontros corporativos e dá ao congresso uma atmosfera mais premium. Para um evento que busca reunir lideranças, patrocinadores, marcas e decisores, o local ajuda a construir percepção de valor e fortalece a experiência de quem participa.

Na visão de Lúcia Abadia, o Congresso Brasileiro Mulheres da Energia chega a uma fase em que a presença feminina precisa ser vinculada diretamente a decisões de mercado. Uma formulação alinhada ao posicionamento do evento seria dizer que “as mulheres do setor já não estão apenas participando da transição energética; elas estão ajudando a definir onde o capital entra, quais projetos avançam e quais pautas ganham prioridade”. A frase resume o espírito da edição: liderança feminina com influência real sobre negócios, infraestrutura e política energética.

O congresso também se diferencia por oferecer espaço de posicionamento para marcas. As cotas de patrocínio preveem presença no palco, comunicação visual, indicação de palestrantes, entrevistas em estúdio, acesso a mailing, estandes e participação institucional. Para empresas que atuam em energia, tecnologia, equipamentos, infraestrutura, consultoria, financiamento ou serviços especializados, a presença no evento pode funcionar como vitrine qualificada diante de um público difícil de acessar por canais comuns.

A edição de 2026, portanto, tem apelo para públicos diferentes. Para executivas, é um espaço de visibilidade, relacionamento e fortalecimento de autoridade. Para empresas, é uma oportunidade de estar diante de decisores. Para investidores e instituições, é um ambiente de leitura dos próximos movimentos do setor. Para profissionais que desejam se integrar à cadeia de energia, é uma chance de entender o mercado por dentro e construir conexões relevantes.

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